Todos nós somos ciborgues
Muito longe do que imaginamos desde séculos atrás a imagem
ciborgue não é algo de interação somente ligado a ficção cientifica, relatadas
como algo distante impossível como nos filmes, livros e revistas, que nós mesmo
já assistimos e lemos.
Segundo
a antropóloga Amber Case, relata que toda vez que usamos um celular,
um computador e até mesmo um carro, viramos ciborgues. Afinal, usamos partes
mecânicas para realizar nossas tarefas. Mesmo que elas não estejam grudadas ao
nosso corpo, nós as tratamos como uma extensão de nós mesmos.
É
como se fossemos novamente “homo sapiens”, ou seja, que com as ferramentas
diferentes de antes, como facas, lanças e outros artefatos que nos possibilitava a
mudanças, transformaçães e uma certa evolução, hoje não é diferente, com as novidades tecnológicas
que nos abrangem tão vigorosamente na nossa capacidade mental como fisicamente.
Todas
essas ferramentas que nos potencializa, faz “funcionar”; com os exemplos já citados pela Case, nos torna em um Ciborgue. Que é um organismo cibernético, isto é, um organismo dotado de
partes orgânicas e mecânicas, geralmente com a finalidade de melhorar suas
capacidades, utilizando tecnologia artificial que nos remete ser uma criatura
de realidade social e também uma criatura de ficção.
Segundo
a Danna Harawayno “A fronteira entre o homem e o animal esta sendo rompida.” A
ficção cientifica contemporânea está cheia de ciborgues animal e máquina, que
habitam um mundo só, de forma ambígua, tanto naturais quanto fabricados. Dentre
diversos avanços na medicina moderna e na sociedade como um todo. Essa criatura
pertence ao mundo pós-genero; pois não tem compromisso com a bissexualidade.
“O ciborgue aparece como
mito precisamente onde a fronteira entre o humano e o animal é transgredida.
Longe de assinalar uma barreira entre as pessoas e os outros seres vivos, os
ciborgues assinalam um perturbador e prazerosamente estreito acoplamento entre
eles. A animalidade adquire um novo significado nesse ciclo de troca matrimonia”
Nosso processo de “transformação”
em ciborgues é muito mais humano do que tecnológico.
Amber Case é uma antropóloga americana que estuda as
formas com que interagimos com a tecnologia. Prega a
relação simbiótica entre humanos e máquinas, e que a tecnologia humaniza e ao
mesmo tempo nos dá status de ciborgues. Vejam o video!

